terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Novo intento que não tenta por dentro.

De alguma forma sutil o bem toma forma de arma em sua mente, percebe que não vencerá nas entranhas das coisas com armas feitas por mãos humanas, na babilônia atual essas armas só matam, não criam ordem não protegem, e de repente ele se vê envolvido cada vez mais com esse sentimento, um sentimento parece vindo de dentro dele e no mesmo instante de algum lugar eterno, ele sabe que não é só sentimento/vontade humana.

Onde essa vontade sedutora, irresistível me levará?

Lugares eternos, espero, pois não agüento mais viver nesse mundo como tenho vivido, as sombras passeiam por todo lado, relatar isso não é bom pra mim, parece que uma tramóia maligna vai se formando enquanto escrevo, vozes falam na minha mente “até quando você procurará o bem, o eterno, logo, logo você vai desistir, o mal é forte demais, quem o poderá vencer?” isso me perturba, me devora, aqui nessa existência o mal costuma guiar a vida das pessoas, saber disso...saber disso, enerva, oprime, eterno me ajude.

Eu só tenho que aprender que a mente, freqüentemente mente, e ter paz com aquele que me chamou e me deu paz nessa nova babilônia horrível, devo ignorar as sombras, melhor espantar as sombras com a luz do eterno, não me enganar com a aparência de poder desse século, pois tudo isso passará, sim tudo vai passar.

Passará!

Thiago Mendes

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Travessia

Não era o mesmo que engravidar a vida com as gravidades da noite. Mas que gravidade? Não estava mais na mira das coisas, pois foi posto de lado pelos fatos da vida em que o ilumina pelo retirar, pelo eliminar, esvaziando o prato da soberba, vai beba essa bebida colhida com ingratidão das mão de tudo pode.


Entregue nas veias do caminho, lhe parecia cada vez mais uma distancia desértica, uma falência múltipla, pois se cobria com as folhas das culpas que no fundo recolhias, que na alma expandia, e no coração fazia um leito vazio.

Por seis meses na escuridão das incertezas certas de si mesmas, nos parapeitos da retenção, na vacuidade desse manto que cobre não só o rosto mas cobre o peito de voz rouca e tosse profunda, tossir a vida na noite do algoz.

Mas a manta se deixa deitada na relva, pois ainda o tempo o mostrara que na selva encontraras as portas do éden, encararás novamente o anjo o mesmo anjo que o trouxe até aqui nas crônicas deste e de outros mundos.

E uma lembrança de um dia na babilônia atual o invade, e o massacra, venha passe por essa ponte e aproveite a TRAVESSIA:

Desconheço a sua linguagem, não a linguagem corporal de pequenos segredos, sim a linguagem distante, de um mundo completo, na noite benzida de estranheza, vago na certeza de que na virada das coisas ainda seria as coisas na sua força maior, na continua voz dos pequenos instantes, menina de depois do mar.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

um minuto depois da meia noite.




Ele espera ardentemente aquele momento, enquanto encanta o anjo com a canção dos dias da nova era, da nova ordem mundial, nisso o seu pior pesadelo se torna realidade. Ele está vendo um documentário sobre os bilderbergs , seu corpo gela, a TV saí fora de sintonia como num filme macabro, ela sacode a TV meche nos cabos...quem sabe seja tudo mentira, seja alguma teoria de conspiração fanática?

Não ele sabe que não, é tudo verdade, uma sombra negra como uma vacina induzida pra redução de população invade suas veias, é como uma doença, na sua mente ele pergunta “quem são eles, loucos tiranos, eles pensam que são Deus?”

Imediatamente liga pra seu amigo, um policial, um dos poucos policiais que não se renderam aos prazeres do legado da autoridade, ele está engasgado precisa falar com alguém, diz “Camarada sabes da nova ordem mundial, sabes dessa tramóia toda?” o amigo responde “Fiquei sabendo...estou por dentro mano, tenho comprado armas e escondido, tenho comprado ouro e prata, pois você sabe que o dinheiro como o conhecemos vai acabar” e responde “É mesmo camarada, vou desligar aqui perdi tempo demais com prazeres mundanos”, “tchau”, “Tchau fica com Deus”.

A mente roda a milhão, as mãos ardem como se chips estivessem sendo implantados, como se controle metal estivesse a toda rodando na cabeça como um software maldito, ele olha ao redor, esta na rua agora, vê marcas, grifes, propaganda, multinacionais, dentro dele um grito, manipulados, todos manipulados, todos nós!

Mas de repente ele volta pra casa e dorme, no fundo ele sabe o tamanho da luta, tanto interior quando exterior, mas essa noite ele se permite ao sono, e quem sabe ao sonho...

Thiago Mendes

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Acordo assustado com tremores involuntários, será de invasores internos, alguma bactéria feros, ou será esse veneno inoculado nas coisas do dia-a-dia?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Algumas milhas depois

Entro neste ônibus caminho do tempo, indo pra uma cidade perdida da nova babilônia, dentro dele rostos todos opacos de brilho, gargalhadas, conversas no celular, babantes de amargura, é só o que vejo gente babante de amarguras que elas tentam camuflar.

Chego nesta cidadezinha distante, me vejo distante de mim mesmo, sendo conduzido pelas dançarinas do medo através destas cortinas de tempo...mais dor.

Dilacerante força do orgulho da aparência, bancar tal força nos põe de joelhos diante do príncipe deste mundo, me ajoelhei e de joelhos clamei a quem poderia me livrar de meus medos e desejos.

Sucumbi por instantes à força da aparência, deitei minha alma nesta cova escura, não durmo a dias, a lembrança de algum passado alimenta e fomenta estes desejos, escorre pelo canto da boca aquele mesmo veneno.

Escravo por três dias no ventre deste mal, procuro de novo aquele ônibus que me traga de volta, compro uma passagem barata com propina, volto...agora durmo...

Alguém ira me acordar quando eu chegar?



Thiago Mendes

sábado, 24 de julho de 2010

Muitos tempos depois.

As ilusões vão embora como um sonho que se sonha outrora, caminham pra regiões distantes, longe destas mordaças de medo na qual todos ou quase todos se metem na babilônia atual.

O que aconteceu? Vejo essa mulher com olhos de desilusões, esperanças mordidas pelos cachorros do tempo, alguma coisa da alma dela se transfere pra mim, um peso enorme, uma imensa vontade de tapar esse buraco negro, essa falta, calar esses malditos demônios cruéis que levaram o tempo e se foram.

Já faz mais de uma semana, não a vejo a muito tempo, mas as cortinas daquele véu ainda me nublam, odeio esse tempo, essa época que destrói as pessoas, todos só querem se livrar desta dor terrível.

Eu sei está dor pode se calar, há uma resposta aonde o além mar se finda. Mas quem vai entender, quem vai querer? Demanda desapego demais, pra se salvar da babilônia atual tem que morrer pra tantas coisas. E quem ia querer isso meu Deus.

A neblina da falsidade tem se dissipado, graças ao criador das coisas ocultas, continuo relatando, desvendado e quebrando as amarras da babilônia atual.
Há alguém que possa me ajudar, alguém pra caminhar comigo?!

Agora só há silêncio.

E uma certeza, só uma certeza.



Thiago Mendes

quarta-feira, 23 de junho de 2010

é o tempo

As bases estão prontas, a atual babilônia armada. o dia é chegado.