segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Relatos da babilônia atual

Décimo terceiro dia, noite.

Desconstrução:

O novo nascer trouxe dias estáticos de lutas traumáticas e dores torturantes. Será que eu conseguirei resistir senhor? As vozes muitas em minha mente vão se calando, mas a dor não sai, tento canalizar estas energias em outra direção, em coisas como esse texto, os dias são maus, não é fácil aceitar a decisão das pessoas, mas prossigo vencendo tudo pela força daquele que venceu.

A nova babilônia é cruel, demanda a sua vida todo dia, como já disse algum samba antigo não me lembro muito bem é mais ou menos assim: “os anúncios luminosos são a vida a mentir”. Da vontade de se exilar, ir pra bem longe, pra não se contaminar pelas vozes muitas, humanas ou não, a grande mente do príncipe desse mundo tenta me manipular como um fantoche qualquer, resisto, desconstruo essas imagens estes conceitos.

Lembro de uma ligação telefônica de uma amiga, ela dizia: “Deus me disse que você só precisa confiar”. Eu sei é tudo o que eu preciso, eu irei confiar, descansar nesses amor que não dorme, que ama, e que ama de verdade, e não tem nada haver com o que costumamos chamar de amor, não tem semelhança com essa doença de carência mundial, que faz a menina entregar a qualquer um, que faz o carinha ficar com varias dessas meninas, sem saber que assim ele não ficou verdadeiramente com ninguém, o amor Dele é a anti-tese disso tudo.

Me levanto contra a nova babilônia e seus valores que são abominação para o Eterno.

Eu confio.

Thiago Mendes

14/12/2009

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