quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

um minuto depois da meia noite.




Ele espera ardentemente aquele momento, enquanto encanta o anjo com a canção dos dias da nova era, da nova ordem mundial, nisso o seu pior pesadelo se torna realidade. Ele está vendo um documentário sobre os bilderbergs , seu corpo gela, a TV saí fora de sintonia como num filme macabro, ela sacode a TV meche nos cabos...quem sabe seja tudo mentira, seja alguma teoria de conspiração fanática?

Não ele sabe que não, é tudo verdade, uma sombra negra como uma vacina induzida pra redução de população invade suas veias, é como uma doença, na sua mente ele pergunta “quem são eles, loucos tiranos, eles pensam que são Deus?”

Imediatamente liga pra seu amigo, um policial, um dos poucos policiais que não se renderam aos prazeres do legado da autoridade, ele está engasgado precisa falar com alguém, diz “Camarada sabes da nova ordem mundial, sabes dessa tramóia toda?” o amigo responde “Fiquei sabendo...estou por dentro mano, tenho comprado armas e escondido, tenho comprado ouro e prata, pois você sabe que o dinheiro como o conhecemos vai acabar” e responde “É mesmo camarada, vou desligar aqui perdi tempo demais com prazeres mundanos”, “tchau”, “Tchau fica com Deus”.

A mente roda a milhão, as mãos ardem como se chips estivessem sendo implantados, como se controle metal estivesse a toda rodando na cabeça como um software maldito, ele olha ao redor, esta na rua agora, vê marcas, grifes, propaganda, multinacionais, dentro dele um grito, manipulados, todos manipulados, todos nós!

Mas de repente ele volta pra casa e dorme, no fundo ele sabe o tamanho da luta, tanto interior quando exterior, mas essa noite ele se permite ao sono, e quem sabe ao sonho...

Thiago Mendes

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Acordo assustado com tremores involuntários, será de invasores internos, alguma bactéria feros, ou será esse veneno inoculado nas coisas do dia-a-dia?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Algumas milhas depois

Entro neste ônibus caminho do tempo, indo pra uma cidade perdida da nova babilônia, dentro dele rostos todos opacos de brilho, gargalhadas, conversas no celular, babantes de amargura, é só o que vejo gente babante de amarguras que elas tentam camuflar.

Chego nesta cidadezinha distante, me vejo distante de mim mesmo, sendo conduzido pelas dançarinas do medo através destas cortinas de tempo...mais dor.

Dilacerante força do orgulho da aparência, bancar tal força nos põe de joelhos diante do príncipe deste mundo, me ajoelhei e de joelhos clamei a quem poderia me livrar de meus medos e desejos.

Sucumbi por instantes à força da aparência, deitei minha alma nesta cova escura, não durmo a dias, a lembrança de algum passado alimenta e fomenta estes desejos, escorre pelo canto da boca aquele mesmo veneno.

Escravo por três dias no ventre deste mal, procuro de novo aquele ônibus que me traga de volta, compro uma passagem barata com propina, volto...agora durmo...

Alguém ira me acordar quando eu chegar?



Thiago Mendes

sábado, 24 de julho de 2010

Muitos tempos depois.

As ilusões vão embora como um sonho que se sonha outrora, caminham pra regiões distantes, longe destas mordaças de medo na qual todos ou quase todos se metem na babilônia atual.

O que aconteceu? Vejo essa mulher com olhos de desilusões, esperanças mordidas pelos cachorros do tempo, alguma coisa da alma dela se transfere pra mim, um peso enorme, uma imensa vontade de tapar esse buraco negro, essa falta, calar esses malditos demônios cruéis que levaram o tempo e se foram.

Já faz mais de uma semana, não a vejo a muito tempo, mas as cortinas daquele véu ainda me nublam, odeio esse tempo, essa época que destrói as pessoas, todos só querem se livrar desta dor terrível.

Eu sei está dor pode se calar, há uma resposta aonde o além mar se finda. Mas quem vai entender, quem vai querer? Demanda desapego demais, pra se salvar da babilônia atual tem que morrer pra tantas coisas. E quem ia querer isso meu Deus.

A neblina da falsidade tem se dissipado, graças ao criador das coisas ocultas, continuo relatando, desvendado e quebrando as amarras da babilônia atual.
Há alguém que possa me ajudar, alguém pra caminhar comigo?!

Agora só há silêncio.

E uma certeza, só uma certeza.



Thiago Mendes

quarta-feira, 23 de junho de 2010

é o tempo

As bases estão prontas, a atual babilônia armada. o dia é chegado.

sábado, 24 de abril de 2010

Relato de um irmão mais velho na fé, Caio Fabio sobre a babilônia atual.

ESPÍRITO DE PROSTITUIÇÃO E DE ADULTÉRIO: UM FENÔMENO GLOBAL!





Jesus disse que nos acautelássemos das conseqüências da embriaguês, da orgia e das preocupações deste mundo.



Ele disse isto pois a energia liberada pelo mundo afora em razão de tais práticas, haveriam de se tornar uma “pulsão global” no últimos dias.



Com isto Jesus não se referia à prática de tais coisas, o que, do ponto de vista do Evangelho, não têm seu espaço num coração que tenha sido tomado pelo espírito do entendimento da Palavra de Jesus.



Na realidade Jesus se referia às “conseqüências” de tais coisas. E mais: o contexto tem a ver com uma conversa Dele com os Seus discípulos, para os quais tais comportamentos obviamente estavam fora de cogitação como prática.



Todavia, as “conseqüências vibratórias” dessas práticas globalizadas — “pois esse dia virá sobre todos os habitantes da terra”, disse Jesus — podem atingir a qualquer um, mesmo que tal pessoa não as pratique.



Entretanto, mesmo quem não as pratica, pelo simples fato de habitar a Terra, já as prova como “pulsão” na alma. Sim, passa a conhecer o poder invisível de tais “conseqüências vibratórias”.



Assim, se fica sabendo que mesmo quem não se entrega ao torpor de toda sorte de embriaguês, seja a alcoólica, seja a das drogas, seja a dos surtos de grandeza narcisista, seja da embriaguês do poder e da luxúria — ainda assim pode se embriagar por outros torpores também; e os pode experimentar como estranhas pulsões na alma.



Acerca da orgia, não há muitos aplicativos subjetivos para ela, assim como há para a embriaguês; pois orgia, é orgia; e suruba e bacanal, são apenas o que são, sem muitas aplicações subjetivas a serem criadas; exceto aquelas que surgem com aplicativo de natureza de “orgia virtual, bacanal virtual e chat surubentos, etc..., via internet.



Já acerca das “preocupações deste mundo”, Jesus diz que elas podem nos engatar na pauta global de aflições e desesperos, os quais são sempre indutores de auto-destruição. Assim, muitas vezes, mesmo sem saber a causa, pode-se ficar fibrilante por tal pulsão global de preocupação; a qual é mais que uma “cultura materialista”. Sendo, de fato, muito mais que isto.



Na realidade tudo isto tem a ver com uma acumulação no Inconsciente Coletivo, a qual é usada e devolvida aos homens de modo processado e elaborado pelos Principados e Potestades.



Ora, tais realidades invisíveis se manifestam como tesões inexplicáveis, carências insuportáveis, insatisfações sem razão de ser, desejos crescentemente fetichistas; e também como uma ardente vontade de provar, de conhecer, de experimentar, de comer, de ser comido, de se entregar, de se ferrar, de ser literalmente ferrado, de usar e ser usado, etc...— e isto ainda que tais coisas nunca saiam do coração a fim de se factualizarem debaixo do sol.



Todavia, mesmo na subjetividade, elas criam na alma “as conseqüências vibratórias” como fantasia e virtualidade; ou mesmo que seja apenas como um “sentir” — um estado mental, emocional e afetivo ou desafetivo; porém mais que real.



Ora, é por essa “presença na alma”, e por tais angustias espalhadas pelas redes visíveis e invisíveis na Terra, que a existência está acontecendo em estado de cío; e a alma se debate em angustias como quem vive no Armagedom da Existencialidade.



E, sinceramente, o que vejo — eu que falo de Graça, amor, misericórdia e liberdade — é que está quase todo mundo assim: crentes, incrédulos, cristãos, agnósticos, médicos, psiquiatras, pastores, padres, psicólogos e analistas; assim como todos aqueles que só conhecem prazer como trepada.



Sim, estamos vivendo a hora do Cío da Humanidade; e, nesse caso, a vida em Sodoma e Gomorra era muito mais tranqüila.



Ora, tudo isto se exacerba em razão “das preocupações deste mundo”, as quais não são apenas concernentes a comer e beber, mas, sobretudo, ao que se relaciona à sobrevivência da espécie humana na Terra.



Sim, a aflição apocalíptica hiperboliza as pulsões dos corações; e substitui amor por tesão apenas; e faz paixão se tornar tão somente fixação; e faz afeto se converter em dependência; e faz amizade ter que ser validada por uma transada; e faz de todo outro do sexo oposto, uma presa a ser devorada.



A pulsão da fobia da morte somada à angustia apocalíptica que sopra como vento de ardências de cío global, em razão da ânsia de aproveitar o que resta da existência, está criando a sociedade mais tarada da história.



Em dias do fim, em dias que são os últimos, em dias de amores gelados e perversidades incendiadas pelo inferno, quem sobreviverá sem o “selo do Cordeiro em sua fronte”?



Sim, quem passará por esses dias de tribulações crescentes sem que esteja com a mente posta em Deus?



Quem, sem o sêlo do Espírito e sem andar no Espírito poderá ficar livre do espírito de morte e dissolução deste tempo?



Sim, quem que não esteja com suas emoções guardadas em Deus suportará a Opressão Global que opera como rede do inferno em todo o mundo?



Pergunto-afirmando tudo isto porque a “igreja” só tem o sêlo do antigo CGC e a marca da placa na porta. Tal “igreja” já passou para o outro lado e não sabe. Sim, porque a espiritualidade dela não é a do Cordeiro, mas sim a da Grande Babilônia.



Infelizmente o espírito dessa potestade apocalíptica tragou a alma da “igreja”.



Alguém quer prova disso? Ora, é simples oferecê-la. Afinal, quem pode negar que o salmo destes dias é o seguinte?

_________________________________





O Senhor pertence à minha religião, por isto eu terei todas as coisas.



Ele me promete que serei dono de muitas coisas, e me assegura que terei águas cloradas em minhas piscinas de refrigério.



Ele me dá ar condicionado para refrigerar meu corpo e assim me provar que, como Seu filho, não tenho que sofrer nem calor.



Ele me guia pelos caminhos da vantagem por amor ao meu dízimo e à minha igreja e suas campanhas de prosperidade.



Ele me livra de aindar pelo vale da sombra da morte, pois isto não é coisa de um vencedor de Deus, e menos ainda de quem já quebrou as maldições e tem a proteção dos paipóstolos.



Sua prosperidade material e Sua promessa de abater meus inimigos me consolam. Ah! Como folgo em saber que Deus é Vingador!



Assim, o meu cálice se derrama de fartura para causar inveja aos ímpios.



Ele me faz ter a honra de humilhar meus adversários, dizendo-lhes: “Bem-feito!”



Certamente que enquanto eu cumprir meus compromissos com a igreja e não faltar a nenhum culto e nem deixar de “pagar” o dízimo, sei que Deus tem a obrigação de me abençoar, e sei que ficarei fora do poder Legal do diabo quanto a oprimir a minha vida e me tirar as riquezas.



Afinal, que outra bondade Deus pode fazer ao homem?

_______________________





O salmo acima é a oração da Babilônia Eclesiástica. E quem a ensinou não foi Jesus, mas o diabo, e conforme o anti-evangelho, que é o espírito do Anti-Cristo.



Nós, porém, não conhecemos a Graça de Deus para nos afundarmos na libertinagem do espírito de Cío Global que já vibra e emula quase todas as almas da terra, conforme Jesus disse que seria.



Não! Fomos libertos da culpa da Lei e das pulsões de pecado e da promiscuidade que ela, a Lei, incita na alma, NÃO a fim de pendularmos para o pólo oposto, que é a libertinagem; mas para a vida que é boa, equilibrada, solidária, limpa, e saudável.



O que não gera isto, é tudo, menos Evangelho!



O legalismo pedra a alma! A libertinagem a dissolve! A Graça cria o santo-livre-consciente, e que obedece por amor livre e grato!



Assim, quem lê, entenda e escolha!



Por isto, continue o santo a santificar-se na Graça que o inclui e o transforma; assim como continue o ser de espírito imundo a atolar-se em sua própria imundície, cercada de auto-engano; e até da libertinagem que tenta evocar a Graça de Deus como álibi para o pecado escolhido como projeto de vida.



É duro, mas é verdade!





Nele, com temor e tremor,









Caio


É mais do que eu poderia relatar no dia de hoje e em muitos dias.

sábado, 3 de abril de 2010

Relatos da babilônia atual

Alguns meses depois, noite.

Explode a bomba na mente, pensamentos a milhão, rodopia e cai, o eterno peso das coisas... tudo isso se passa em minha mente num segundo impreciso, trago na memória os estragos da noite, terror soturno entre nós, a imagem verdadeira dela se estampa na minha mente, o estrago foi feito, a cura chegou, demônios sombrios assombram a noite, os colegas inimigos na mente ao redor cobertos por essa camada espessa de opressão, não enxergo direito com essa nevoa, Deus... a cabeça turva ao tombo de coisas que não passam, no estomago o gosto de morte, muitas pessoas ao redor, e o redor coberto de escuridão...estou no ritual da babilônia atual e não tem pra onde fugir até que a noite acabe. Como eu vim parar aqui meu Deus? Essa pergunta não saí da mente...se naquele dia entre a curva da manhã, eu tivesse dito não ao eterno flerte das coisas, talvez não estaria aqui de joelhos, prostrado ate o deus deste século...Um ódio enorme aparece, vem volvendo os segundos, desejos de morte sopram por todos os lados, quero morrer e matar. Pensamentos alienígenas? Vindos de fora? Não...é somente a eterna condição dos seres, ela morta por dentro aparece se rende e vai. Deus lembra daquele milagre?
Então sem dar aviso, vindo de não se sabe onde, o milagre vai crescendo dentro de mim...uma paz estranha com o sol nascente e na mente a frase “quando a luz vem as trevas tem de ir embora” , e num segundo a paz, uma paz fora dos padrões, o sol vem radiante e eu radiante de paz descanso, vem a força do Pai das luzes, a força pra lutar contra a babilônia atual...Obrigado Jesus.